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Setor de serviços avança 2,3% em 2023, consolidando crescimento pós-pandemia

Resultados positivos no último ano destacam recuperação gradual do segmento, sendo 11,7% superior ao período pré-pandêmico.

10/02/2024 às 01h27 Atualizada em 10/02/2024 às 01h39
Por: Portal Click83 Fonte: Click83 com informações da Agência Brasil
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- Foto: Elza Fiúza/Arquivo Agência Brasil
- Foto: Elza Fiúza/Arquivo Agência Brasil

O setor de serviços no Brasil registrou um crescimento de 2,3% em 2023, marcando o terceiro ano consecutivo de expansão, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O volume de serviços apresentou um aumento de 0,3% em dezembro, representando o segundo resultado positivo consecutivo e contribuindo para a recuperação de parte das perdas ocorridas entre agosto e outubro.

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Em comparação com dezembro de 2022, os serviços tiveram uma queda de 2,0%, o declínio mais expressivo desde janeiro de 2021. Entretanto, o acumulado nos últimos 12 meses mostrou uma desaceleração do ritmo de recuo, passando de 3,1% em novembro para 2,3% em dezembro de 2023.

O setor de serviços, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE, ficou 11,7% acima do nível pré-pandêmico de fevereiro de 2020, e 1,7% abaixo do ponto mais alto registrado em dezembro de 2022. A última vez que o setor registrou crescimento por três anos consecutivos foi entre 2012 e 2014, enquanto no triênio de 2021 a 2023, o avanço foi ainda mais expressivo, atingindo 22,9%.

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Quatro das cinco atividades analisadas pela pesquisa apresentaram taxas positivas em 2023, com destaque para os serviços de informação e comunicação (3,4%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (3,7%). O IBGE apontou que, embora o crescimento de 2,3% em 2023 tenha sido o menos intenso da sequência, é relevante considerando as bases elevadas de comparação estabelecidas nos anos anteriores.

O segmento de serviços prestados às famílias registrou uma alta de 4,7%, alcançando o maior nível desde fevereiro de 2016. Apesar da retomada da atividade turística, o retorno gradual ao trabalho presencial ou híbrido ainda impacta o ritmo de recuperação.

O IBGE destacou que, em dezembro de 2023, 25 das 27 unidades federativas apresentaram elevação na receita real de serviços. São Paulo, Distrito Federal, Santa Catarina e Paraná foram os estados com os resultados mais expressivos, enquanto São Paulo e Amapá registraram as principais quedas.

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