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Banco Central reduz taxa básica de juros para 11,25% a.a.

Decisão do Copom visa estimular desinflação e moderar impactos na atividade econômica diante de pressões internas e incertezas globais.

31/01/2024 às 19h53
Por: Portal Click83 Fonte: Click83 com informações da Agência GOV
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- Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
- Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Em resposta ao ambiente econômico volátil, o Banco Central anunciou uma redução de 0,50 ponto percentual na taxa básica de juros, agora fixada em 11,25% ao ano. A medida busca aliviar as pressões sobre a inflação e fomentar a atividade econômica em meio a debates sobre a flexibilização de políticas monetárias nas principais economias.

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No cenário doméstico, indicadores de atividade econômica seguem em linha com a expectativa de desaceleração previamente projetada pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A inflação ao consumidor mantém uma trajetória de desinflação, assim como as medidas de inflação subjacente, aproximando-se das metas estabelecidas.

Apesar do quadro positivo, o Copom destaca a presença de riscos tanto para alta quanto para baixa no cenário inflacionário. Entre os fatores de risco, destacam-se a persistência das pressões globais inflacionárias e a resiliência da inflação de serviços. O Comitê enfatiza que a conjuntura, especialmente no contexto internacional, permanece incerta, exigindo cautela na condução da política monetária.

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Diante da importância das metas fiscais na ancoragem das expectativas de inflação, o Copom reforça a necessidade da execução rigorosa dessas metas. As projeções para a inflação em 2024 e 2025 apuradas pelo Copom situam-se em 3,5% e 3,2%, respectivamente, alinhando-se com as expectativas da pesquisa Focus.

Os membros do Copom votaram unanimemente pela redução de 0,50 ponto percentual, indicando a possibilidade de novas reduções nas próximas reuniões, dependendo da evolução da dinâmica inflacionária, expectativas de inflação e demais fatores econômicos.

A decisão do Banco Central reflete a necessidade de uma política monetária contracionista para consolidar o processo de desinflação e ancorar as expectativas em torno das metas. O órgão destaca que a magnitude total do ciclo de flexibilização dependerá da evolução desses fatores.

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